Obama vai priorizar Brasil e México na América Latina
Enviado em 25 de Novembro de 2008
Publicado por José Emanuel Gomes de Mattos
Red Eyes, de Chicago: Barack Obama tem plano para criar milhões de empregos
Boas notícias para a vulnerável economia nacional, sempre dependente de seu principal parceiro econômico, os Estados Unidos. Depois que as bolsas dispararam com o anúncio de sua equipe, Barack é colírio aos olhos do mundo.
Em especial para o Brasil, que além de ver nomeado como titular do fundamental posto chave de Secretário do Tesouro a Timothy F. Geithner - que montou o pacote de socorro à economia brasileira na crise de 1998 -, nosso país faz parte da agenda prioritária de Obama.
Timothy Geithner, Christina Romer, Obama e Lawrence Summers:
"o comando de ferro" da economia dos EUA foi anunciado ontem
O site O Filtro, que está entre os links que leio todos os dias, reproduz na sua edição de ontem a nota abaixo. A fonte é o jornal argentino La Nación, o que só reforça que, de fato, Brasil e México serão prioridades do novo presidente dos Estados Unidos. Abaixo, a íntegra da informação de O Filtro, cujo autor é o jornalista Juliano Machado e está hospedado entre os sites da Revista Época:
"O jornal argentino La Nación ouviu assessores da equipe de Barack Obama sobre política externa e, segundo essas fontes, o novo presidente americano considera o Brasil e o México suas prioridades nas relações com a América Latina. Do ponto de vista econômico, algo natural, pois estamos falando das duas maiores economias da região. Sobre a Venezuela, os EUA esperam um gesto mais receptivo. E, para a Cuba, a aposta é no multilateralismo, ou seja, eles não querem se intrometer de forma direta. O atual subsecretário de Estado americano para a AL, Tom Shannon, pode virar embaixador no México ou mesmo no Brasil. E, diz o La Nación, a esperada visita de Obama ao Brasil deve ocorrer imediatamente antes ou depois da Conferência das Américas, em Trinidad e Tobago, entre 17 e 19 de abril de 2009."
Ainda encontra-se camisas à venda na Internet pela vitória histórica de Obama
Pois se ele me desse um empreguinho na Black House, quer dizer, White House (brincadeirinha, por favor!) eu me ia embora. bj
Poderá aprender muito com nosso presidente, começando por entrar de sócio do Corinthians.
Maristela: viste quem foi o escolhido pra ser o braço direito dele:
Rahm Emanuel. Vai ser o chefe de gabinete de Barack Obama.
Te mete!
Beijão.
Caro Zé Maria: ele pode até vir a torcer para o Corínthians (embora não tenha cara, nem jeito, não). Importante é ser um governante que entre para a história como o pacificador dos povos, o Senhor Anti-guerra. É isso que esperamos há tantos anos de um presidente dos Estados Unidos.
Levo fé desde o início em Obama. O homem certo para superar essa crise danada que oito anos do belicoso Bush nos deixaram.
Forte abraço, irmão.
Irmão Emanuel, Elias, Rabi, falando sério agora, o que espero, e, acho, todos nós, é que ele mostre ao mundo que os americanos deixaram a comodidade e seus lares - lá as eleições são em dia comum, de trabalho, e o voto não é obrigatório - não para elegerem uma pessoa da raça negro - e não simplesmente um negro, como dizem por aqui - não pela cor de sua pele, por ser da raça negra - mas por sua competência, pela capacidade que viram nele de governar o maior país do mundo, Os americanos, antes vistos como tão racistas, são, de fato, muito mais abertos, democratas, liberais, que nossos mulatinhos rosados. Ou nossos ditos, descendentes de quatrocentões, na verdade, na sua maioria, descendente de degredados. Obana não foi escolhido por ser da raça negra, mas por ser competente, ter cursado universidades mundialmente reconhecids como fortes e importantes.
O americano não disseram sim a um negro, nem um basta a um branco, mas que venha uma pessoa competente, capaz de mudar o rumo das coisas, ruins até para nós tao ricos. Cansados de incompetentes, mocinhos de cinema, herdeiros sem competência, eles, americanos, sentiram que era momento de escolher alguém que parecesse realmente competente e apostaram suas fichas nela. Se da raça negra ou branca, por importava. Deu o da negra, e agora é torcer para que o escolhido vá à luta e não seja covarde.aAguardemos. abrs
Caro Zé Maria: concordo com todas as tuas observações. Desde o primeiro pronunciamento que vi de Obama, senti que ali estava a chance de uma revolução de verdade, embora nos moldes dos tradicionalíssimos norte-americanos. Yes, We Can’t é um bordão que mexe com as pessoas, as obriga a pensar sobre a necessidade de fazer também a sua parte porque, sim, é possível.
Barack foi perfeito como canditado. Será melhor como presidente, tenha certeza. Seu mandato seguramente vai durar oito anos.
Forte abraço, irmão.