Sônia Bridi revela os mistérios da China
Enviado em 27 de Julho de 2008
Publicado por José Emanuel Gomes de Mattos | Enviar por e-mail
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Capa do livro: Sônia Bridi solta pandorga na Praça da Paz Celestial, em Pequim
Meu amigo Jakzam Kaiser, que foi escolhido Editor do Ano de 2008 durante a Feira de Rua do Livro de Florianópolis (leia aqui), acaba de receber uma grande notícia. Recém lançado, LAOWAI - Histórias de Uma Repórter Brasileira na China, da jornalista Sônia Bridi, passou a figurar entre os mais vendidos da semana, na categoria “Não Ficção”, da Revista Veja, conforme o e-mail que recebi:
“Emanuel: LAOWAI, da Sônia Bridi, apareceu em sexto lugar na lista de mais vendidos na edição da Veja que está nas bancas. É conquista importante para uma editora pequena, instalada fora do eixo Rio-São Paulo, e que passou a investir no segmento literário há pouco mais de dois anos. Creio que é a primeira vez que uma editora catarinense emplaca um livro nesta lista. O sucesso premia a persistência da editora e renova nossos objetivos. E reconhece o mérito da Sônia, que realmente é uma fora-de-série.”
Sei que este é o resultado de uma conjugação de fatores bem planejados.
Primeiro, a amizade do casal Jakzam/Tetê com Sônia Bridi, com quem convivem quando a repórter está em Florianópolis, no intervalo de seus roteiros mundo afora, como correspondente da Rede Globo, ao lado do maridão, o fotógrafo Paulo Zero, com quem atualmente reside em Paris, ao lado dos filhos Mariana e Pedro.
Depois, a determinação do Jakzam, que de tanto persistir, conseguiu com que Sônia enviasse o copião das histórias vividas durante os anos de 2005 e 2006, quando foram pioneiros na cobertura latino-americana na China. Foi um choque conviver com essa população gigantesca e misteriosa para o mundo ocidental.
Programa do Jô: Sônia Bridi conta algumas histórias de seu livro “LAOWAI”
Finalmente, a chegada do livro à lista dos mais vendidos de Veja desta semana deve-se também a muito bem feita divulgação, entre as quais teve grande repercussão sua passagem pelo “Programa do Jô“, cujo relato curiosíssimo a respeito da utilização dos banheiros públicos está entre os vídeos do You Tube:
Sônia Bridi: um divertido relato sobre os banheiros públicos da China
O livro possui 384 páginas, distribuídas em 40 capítulos, cuja narrativa é fluente, agradável e elegante”, como consta em sua contra-capa. As 40 páginas finais formam o álbum de retrato que enriquecem sobremaneira a publicação.
Seu título “LAOWAI” é a tradução informal de “estrangeiro” no idioma chinês.
“Sônia Bridi, na minha opinião, tem o melhor texto da televisão brasileira. Quando escreve tem o condão de não explicar o que estamos vendo, mas de nos ajudar a pensar. Seu texto é elegante, instigante e tem sempre uma surpresa; as palavras vêm precisas, sem rebuscamento”, atesta Mônica Waldvogel.
Sônia filma a chegada de Lula à Finlândia
E o escritor-editor Werner Zotz, que teve o privilégio de vê-la iniciar na profissão, testemunha, no prefácio intitulado “A menina com olhar de viajante”:
“A leitura deste livro flui agradável, prazerosa, esclarecedora e enriquecedora como suas reportagens, transportando o leitor para um mundo só adivinhado por entre frestas. Política, economia, educação, tecnologia, trabalho, saúde, costumes, tradições, meio ambiente, energia, censura, consumo, cotidiano. Sonia mostra-se, como sempre, observadora atenta, interessando-se por aspectos tão variados quanto diferentes da sociedade chinesa.
O texto vai além, revelando que a menina transformou-se não apenas numa das grandes repórteres brasileiras, mas conquistou qualidade rara: tem olhar e alma de viajante”, identifica-se Werner Zotz, ele mesmo um escritor-viajante.
O Dalai Lama entre Paulo Zero e Sônia Bridi durante reportagem sobre o Tibete
A Editora Letras Brasileiras marcou um golaço com esse lançamento, que ocorre às vésperas do início dos Jogos Olímpicos de Pequim. E vai seguir entre os mais vendidos, até porque Sônia Bridi está escalada pela Rede Globo para participar das Olimpíadas e estará, inclusive, presente no cerimonial de abertura.
Mesmo que você não se interesse por esportes, vale a pena adquirir esse livro fascinante por desvendar-nos a República Popular da China, a maior população do mundo - 1,3 bilhão de habitantes - mas que em geral é tão pouco conhecida.

Sou suspeita em falar, mas adoro teus textos!
Beijos, Rak
Raquel querida: mensagens como as tuas são colírio e bálsamo.
E faz com que tente sair da mesmice, com assuntos pertinentes.
Como divulgar esse livro da Sônia Bridi, perto das Olimpíadas, pelo valor cultural que podem acrescenter às nossas vidas.
Da mesma forma que escrevi no último parágrafo de “Vôlei feminino: ouro olímpico à vista”, que o time masculino não havia encontrado um substituto à altura de Ricardinho. E já deu pra ver que, enquanto as mulheres têm mais chance de medalha, os homens estão perto do fracasso. Bernardinho é teimoso e paneleiro, manteve praticamente os mesmos, enquanto seus adversários renovaram. Vejo e escrevo com argumentos, tentando antecipar. É o caso da eleição de Porto Alegre. Se der Fogaça x Rosário no segundo turno, ganha Fogaça. Se der Fogaça x Manuela, ganha Manuela. Outra antevisão fácil, mas há quem pague pra ver. Não preciso que determinadas coisas ocorram pra depois dizer: “Viu como eu tinha razão? ” Não sou desses, gosto de antecipar baseado no que já vi na vida. Ela é que nos ensina.
Beijão e sempre grato pela leitura.
Taí um livro para comprar e ler. Uma visão madura e filtrada da China, em contraponto a tantas abobrinhas que tenho visto na TV nesta pré-jornada dos Jogos Olímpicos.
Parabéns ao Jakzam pelo senso de oportunidade.
Abraços
eu quero saber 3 misterios da china
Realmente o livro é maravilhoso, do começo ao fim. Assim que vi a reportagem no Jô corri pra internet para comprá-lo e valeu, o livro é tudo de bom, não tem como não viajar até a China pelos capítulos que se seguem. Nunca foi tão agradável adquirir conhecimento sobre um povo, como na leitura do livro da Sônia Bridi, parabéns. Tomara que ela viaje para a Grécia.
Mais uma vez, parabéns!!
Prezada Sonia estou acabando de ler sue livro
Laowai Estou gostando muito, mas o mais interessante
é que estou aprendendo mais chines. Pois há mais de 4 anos estudo Hanyu Mandarim e agora lendo tua tradução já consigo te corrigir.
Estas shuo falando certo0 mas Xie escrevendo errado em hanyu.
Não poe causa que nossos computadores bu xie hanyu- não temos os tons para colocar nas palavras. Principalmente o 1 e o 3 tons.
Duibuqi - desculpe mas na pg 120 comer é CHI, pois é verbo comer e não shi que é comida (Não podemos dizer eu ja comida) pega mal no Brasil e la é (LE) em mandarim . Na pg 122
wo pu ( bu) xi ( shi) mei guo ren, wo xi ( shi) baxi ren. Vou lendo até o final e ate la se descobrir mais erros te envio pois na próxima edição poderás corrigir. Puxa a orelha do teu tradutor. Eu já aprendi maIS DE 1000 PALAVRAS ATÉ AGORA EM 4 anos mas aqui é mais dificil. Espero estar ca China no próximo ano, sou médico e vou pesquisar as células tronco e outras evoluções na nanotecnologia . Eles têm muita coisa boa na medicina mas sem mandarim nada se consegue, pois os tradutores, se chineses não traduzem certo de propósito. Já estou fazendo intercâmbio com eles há anos e sempre tentam me enrolar. Assim também são os Russos, onde nós estamos pesquisando Citoquinas para tratar câncer e agora estou voando em 1 semana para Dubai - Congresso internacional Anti-Aging. M uita novidades com modificações na Bioengenharia dos genes, vamos tentar retardar o envelhecimento e modificar o comportamento Genético - O sonho parece estar perto = epigenetic treatment. Ativar e desativar os genes. Com um grande abraço e muita admiração Dr. Valdaí -POA
jose Valdai de Souza MD e PHD medicina molecular ( bioengenharia Genética)