Blade Runner, para Bruna Lombardi
Enviado em 7 de Maio de 2008
Publicado por José Emanuel Gomes de Mattos | Enviar por e-mail
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O Caderno Donna, de Zero Hora, editado por Mariana Kalil, deu a contra-capa de 4 de maio para o ‘Auto-Retrato’ com Bruna Lombardi.
A musa de Mário Quintana desafia o tempo.
Faz bem ao coração quando seres iluminados como ela têm espaço na mídia.
Respondeu com graça aos questionamentos do repórter Marcelo Perrone.
- Um hábito que você quer se livrar?
- Acho que já me livrei de todos que não queria. Resolvi só fazer o que gosto.
A leonina Bruna Lombardi
Apenas faltou a poeta repetir aquela fantástica declaração apaixonada que deu pelo maridão, Carlos Alberto Ricelli, com quem vive há 30 anos, feita à Revista ‘Contigo!’ em 2007:
- Acordo todo o dia com um beijo na boca - disse, com todo seu charme.
O fruto dessa relação amorosa é o filho Kim, que completou 25 anos.
Bruna Lombardi e Carlos Alberto Ricelli
Bruna bateu fundo ao recordar uma das tantas paixões cinematográficas:
- Que filme você sempre quer rever?
- Ah, um vício meu: assistir Blade Runner, que eu adoro.
Eu, que já tinha tantos, achei mais um motivo para gostar deste filme.
Em homenagem a Bruna Lombardi, o tema de amor de Blade Runner.
A música de Vangelis em cenas de Blade Runner, filme de Ridley Scott (*)
(*) O Telecine Cult tem apresentado a versão do diretor, sem a narração de Harrison Ford, com novas cenas e final diferente do exibido no circuito comercial.

Ah, sim, Blade Runner tornou-se um clássico. Tudo perfeito: fotografia, trilha sonora, interpretações, direção de arte, tudinho.
Emanuel, meu caro, você anda meio sumido… Já sei! Está fazendo provas no alfaiate, para o seu novo traje do Baile da Vitória de Barack Obama, certo? Haha! Mas ainda não é o Grande Baile da Casa Branca. As eleições presidenciais nos EUA são arrastadíssimas, a gente até pega no sono durante o processo. Essa disputa Obama X Hillary então - nossa! - já torrou o que tinha que torrar.
Amigo querido. Tão linda, a Bruna, né? O tempo não passa para ela.
Do Blade Runner, a trilha ainda me impressiona muito. Vangelis. Saiu de moda, eu sei. Mas lembra um tempo em que meu filho estava começando a se apaixonar por música e lembro que a gente mandou gravar a trilha em fita cassete, numa loja perto de casa. Faz pouco, mas faz tanto tempo já.
bjs
maris
Oi, Dennis!
Agora que Barack passou Hillary no número de super-delegados, acabou a última esperança da senadora. Só quem ainda acredita em assombração é o ex-presidente Billy Maridão Clinton (tá esperando o Barack sofrer um atentado? - nunca duvide pelo que pode passar em cabeça de políticos).
Mas a coruja tá pelada, Dennis.
Pedra cantada pelos malandros.
Abração.
Maristela,
De tudo o que ela disse, considerei exemplar a tomada de atitude:
“- Um hábito que você quer se livrar?
- Acho que já me livrei de todos que não queria. Resolvi só fazer o que gosto.”
Imagino que o silêncio da Bruna deva ser igualmente interessante.
Bjo.