<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><!-- generator="wordpress/2.0.10" -->
<rss version="2.0" 
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/">
<channel>
	<title>Comentários em: David Coimbra conta (quase) tudo</title>
	<link>http://blog.emanuelmattos.com.br/2008/04/19/david-coimbra-conta-quase-tudo/</link>
	<description></description>
	<pubDate>Thu, 08 Jan 2009 20:57:01 +0000</pubDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.0.10</generator>

	<item>
		<title>por: maristela</title>
		<link>http://blog.emanuelmattos.com.br/2008/04/19/david-coimbra-conta-quase-tudo/#comment-82</link>
		<pubDate>Sat, 26 Apr 2008 01:59:29 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.emanuelmattos.com.br/2008/04/19/david-coimbra-conta-quase-tudo/#comment-82</guid>
					<description>Querido David. Depois desta prova viva de alzheimer com a marcinha (que horror, hem!), é melhor eu me recolher. hehehehe
Logo a marcinha, supermãe que eu admiro tanto e leio com tanto gosto.
Isso nem é desatenção. É afoiteza! 
Mas todas as Márcias que conheço são doces e firmes.
Quanto ao querido David não me ter reconhecido, nooooooooosssa, amigo! É que, na época, ele estava muito bem acompanhado e eu com minha linda filhota. Vai ver, para evitar alguma ceninha de ciúmes, boba, até porque o David, até onde sei, sempre foi um sannnnto, então ele, por um subterfúgio de autodefesa (gostou do termo??) apagou minha identidade.
fica por isso mesmo.
e está encerrada a polêmica de minha parte, porque já tá ficando xarope, né?
este blog nem merece esta xaropada toda.
beiiiiiiiiiiiijo querido</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Querido David. Depois desta prova viva de alzheimer com a marcinha (que horror, hem!), é melhor eu me recolher. hehehehe<br />
Logo a marcinha, supermãe que eu admiro tanto e leio com tanto gosto.<br />
Isso nem é desatenção. É afoiteza!<br />
Mas todas as Márcias que conheço são doces e firmes.<br />
Quanto ao querido David não me ter reconhecido, nooooooooosssa, amigo! É que, na época, ele estava muito bem acompanhado e eu com minha linda filhota. Vai ver, para evitar alguma ceninha de ciúmes, boba, até porque o David, até onde sei, sempre foi um sannnnto, então ele, por um subterfúgio de autodefesa (gostou do termo??) apagou minha identidade.<br />
fica por isso mesmo.<br />
e está encerrada a polêmica de minha parte, porque já tá ficando xarope, né?<br />
este blog nem merece esta xaropada toda.<br />
beiiiiiiiiiiiijo querido
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>por: José Emanuel Gomes de Mattos</title>
		<link>http://blog.emanuelmattos.com.br/2008/04/19/david-coimbra-conta-quase-tudo/#comment-80</link>
		<pubDate>Wed, 23 Apr 2008 14:38:16 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.emanuelmattos.com.br/2008/04/19/david-coimbra-conta-quase-tudo/#comment-80</guid>
					<description>Márcia Martins e Maristela: sinto-me honrado em ter a presença de vocês duas, grandes jornalistas, em um debate sobre aspectos, pontuais ou não, do jornalismo, tendo o David como mote. 
Às duas, respondo: mesmo que ele não tenha lido os coments, foi informado por esse missivista. E, de pronto, informo à Maristela: ele jura que não lembra de ti naquele encontro ocorrido no Shopping Moinhos. Minha conclusão é uma das tuas hipóteses que levastaste, Maristela: ele não te reconheceu, talvez porque vocês estavam há tempos afastados da convivência. Esse é um problema que ocorre em relação ao David e algumas pessoas de suas relações. Como ele está direto na mídia, os conhecidos fazem ligação direta. Mas ele, que viu o círculo de relações aumentar bastante, tem alguma dificuldade em assimilar a todos. Já vi isso ocorrer com o Paulo Sant'Ana, bem mais popular do que o David.
Enfim, conversar sobre jornalismo e jornalistas sempre faz bem.
Beijos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Márcia Martins e Maristela: sinto-me honrado em ter a presença de vocês duas, grandes jornalistas, em um debate sobre aspectos, pontuais ou não, do jornalismo, tendo o David como mote.<br />
Às duas, respondo: mesmo que ele não tenha lido os coments, foi informado por esse missivista. E, de pronto, informo à Maristela: ele jura que não lembra de ti naquele encontro ocorrido no Shopping Moinhos. Minha conclusão é uma das tuas hipóteses que levastaste, Maristela: ele não te reconheceu, talvez porque vocês estavam há tempos afastados da convivência. Esse é um problema que ocorre em relação ao David e algumas pessoas de suas relações. Como ele está direto na mídia, os conhecidos fazem ligação direta. Mas ele, que viu o círculo de relações aumentar bastante, tem alguma dificuldade em assimilar a todos. Já vi isso ocorrer com o Paulo Sant&#8217;Ana, bem mais popular do que o David.<br />
Enfim, conversar sobre jornalismo e jornalistas sempre faz bem.<br />
Beijos.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>por: márcia fernanda</title>
		<link>http://blog.emanuelmattos.com.br/2008/04/19/david-coimbra-conta-quase-tudo/#comment-79</link>
		<pubDate>Wed, 23 Apr 2008 14:11:40 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.emanuelmattos.com.br/2008/04/19/david-coimbra-conta-quase-tudo/#comment-79</guid>
					<description>Maristela 
Este post do Emanuel vai se tornar uma conversa entre nós. Não, caro Emanuel. Prometo que é o último pq tenho q escrever minha coluna e não é usual ficar batendo papo no blog dos outros (ahaha). Apenas para dizer para Maristela, minha colega de Coletiva, que foi feita uma pequena confusão entre as Márcias. Ela, carinhosamente (e eu peguei esse carinho, que não sou louca) respondeu pensando que a "missiva" (me puxei) havia sido escrita pela Marcinha Camarano, sim doce e de um posicionamento firmésimo sempre, minha colega agora de movimento sindical e quem admiro muito, uma das repórteres do Emanuel na ocasião do Prêmio Ari. Quem lhe escreveu sobre o David, mas respeitando demais a tua opinião porque te leio sempre no coletiva, é a Márcia Fernanda Peçanha Martins. Sim, a mãe da Gabriela Martins Trezzi, que ocupa o site coletiva às quartas-feiras e uma pessoa num primeiro look bastante antipática, no segundo look menos antipática, no terceiro look os amigos dizem que sou tímida, mas sempre querida e terna. bjs
heim: será que o David lê a polêmica ?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Maristela<br />
Este post do Emanuel vai se tornar uma conversa entre nós. Não, caro Emanuel. Prometo que é o último pq tenho q escrever minha coluna e não é usual ficar batendo papo no blog dos outros (ahaha). Apenas para dizer para Maristela, minha colega de Coletiva, que foi feita uma pequena confusão entre as Márcias. Ela, carinhosamente (e eu peguei esse carinho, que não sou louca) respondeu pensando que a &#8220;missiva&#8221; (me puxei) havia sido escrita pela Marcinha Camarano, sim doce e de um posicionamento firmésimo sempre, minha colega agora de movimento sindical e quem admiro muito, uma das repórteres do Emanuel na ocasião do Prêmio Ari. Quem lhe escreveu sobre o David, mas respeitando demais a tua opinião porque te leio sempre no coletiva, é a Márcia Fernanda Peçanha Martins. Sim, a mãe da Gabriela Martins Trezzi, que ocupa o site coletiva às quartas-feiras e uma pessoa num primeiro look bastante antipática, no segundo look menos antipática, no terceiro look os amigos dizem que sou tímida, mas sempre querida e terna. bjs<br />
heim: será que o David lê a polêmica ?
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>por: maristela</title>
		<link>http://blog.emanuelmattos.com.br/2008/04/19/david-coimbra-conta-quase-tudo/#comment-78</link>
		<pubDate>Tue, 22 Apr 2008 14:39:48 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.emanuelmattos.com.br/2008/04/19/david-coimbra-conta-quase-tudo/#comment-78</guid>
					<description>Sem querer muvucar e já muvucando, respondo pra Marcia, que citou meu santo nome (!!!) defendendo o David que estaria numa fase meio complicada quando me encontrou e tal. Marcinha, querida, de quem me lembro naqueles idos de Correia, sempre docinha mas de um posicionamento firmésimo especialmente nas lidas sindicais (tenho saudades de ti, do Roberto, daquela época): abri a história aqui porque sei que sou uma pessoa num primeiro look bastante antipática e tenho uma certa ojeriza a paparicações públicas. Quando consigo sair da concha e fazer uma manifestação "em aberto", de espírito digamos desprotegido (hahaha) é hora para celebração (minha, é claro). Por isso me incomodam algumas posturas fakes, mesmo que ocasionais. Acho bárbaro (ó, uma gíria do nosso tempo) que as pessoas do nosso meio se descolem do quase anonimato que os jornais e outras mídias impõem e façam o chamado sucesso. Fiz meus esforços, moi même: lancei dois livros, ganhei prêmios e acho que em momento algum mudei - continuei antipática mas querida (rs). Nosso querido David é um menino prá mim, e como tal tem direito a seus momentos de achaque, como diria Nelson Rodrigues (ou não diria?).
E lembro, aqui, de um cara que eu sempre achava um bundão, que era antipático como eu e que, numa viagem a trabalho, comigo, para o Rio de Janeiro, se revelou o maior parceiro de bate perna rua afora que se pode encontrar. Esse cara chama-se Roger Lerina, que conheci ainda dono de salão de beleza onde eu ia cortar as melenas e elogiar o que ele então eventualmente escrevia na ZH. Jamais vou esquecer e curtir os dias em que tomamos café na Confeitaria Colombo, invadimos a Biblioteca Nacional até em salas fechadas e exploramos o Rio Antigo. 
Beijos, Marcinha. Você sempre estará nas lembranças desta velha jornalista. E no meu coração.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sem querer muvucar e já muvucando, respondo pra Marcia, que citou meu santo nome (!!!) defendendo o David que estaria numa fase meio complicada quando me encontrou e tal. Marcinha, querida, de quem me lembro naqueles idos de Correia, sempre docinha mas de um posicionamento firmésimo especialmente nas lidas sindicais (tenho saudades de ti, do Roberto, daquela época): abri a história aqui porque sei que sou uma pessoa num primeiro look bastante antipática e tenho uma certa ojeriza a paparicações públicas. Quando consigo sair da concha e fazer uma manifestação &#8220;em aberto&#8221;, de espírito digamos desprotegido (hahaha) é hora para celebração (minha, é claro). Por isso me incomodam algumas posturas fakes, mesmo que ocasionais. Acho bárbaro (ó, uma gíria do nosso tempo) que as pessoas do nosso meio se descolem do quase anonimato que os jornais e outras mídias impõem e façam o chamado sucesso. Fiz meus esforços, moi même: lancei dois livros, ganhei prêmios e acho que em momento algum mudei - continuei antipática mas querida (rs). Nosso querido David é um menino prá mim, e como tal tem direito a seus momentos de achaque, como diria Nelson Rodrigues (ou não diria?).<br />
E lembro, aqui, de um cara que eu sempre achava um bundão, que era antipático como eu e que, numa viagem a trabalho, comigo, para o Rio de Janeiro, se revelou o maior parceiro de bate perna rua afora que se pode encontrar. Esse cara chama-se Roger Lerina, que conheci ainda dono de salão de beleza onde eu ia cortar as melenas e elogiar o que ele então eventualmente escrevia na ZH. Jamais vou esquecer e curtir os dias em que tomamos café na Confeitaria Colombo, invadimos a Biblioteca Nacional até em salas fechadas e exploramos o Rio Antigo.<br />
Beijos, Marcinha. Você sempre estará nas lembranças desta velha jornalista. E no meu coração.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>por: José Emanuel Gomes de Mattos</title>
		<link>http://blog.emanuelmattos.com.br/2008/04/19/david-coimbra-conta-quase-tudo/#comment-77</link>
		<pubDate>Sun, 20 Apr 2008 23:31:26 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.emanuelmattos.com.br/2008/04/19/david-coimbra-conta-quase-tudo/#comment-77</guid>
					<description>Marcia querida:
grato pela tua generosidade, outra prova de teu belo caráter.
E, pra descontrair: conheci alguns sujeitos que, ao exercerem cargos de chefia, vendiam a mãe e depois não entregavam, rá!
Beijão.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Marcia querida:<br />
grato pela tua generosidade, outra prova de teu belo caráter.<br />
E, pra descontrair: conheci alguns sujeitos que, ao exercerem cargos de chefia, vendiam a mãe e depois não entregavam, rá!<br />
Beijão.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>por: márcia fernanda</title>
		<link>http://blog.emanuelmattos.com.br/2008/04/19/david-coimbra-conta-quase-tudo/#comment-76</link>
		<pubDate>Sun, 20 Apr 2008 22:34:55 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.emanuelmattos.com.br/2008/04/19/david-coimbra-conta-quase-tudo/#comment-76</guid>
					<description>Emanuel
Convivi com o David naquelas coisas que a vida nos apronta. Acho que no início de sua carreira, lá pelos anos de 1990, quando meu companheiro, na época, era muito amigo da namorada do David (eu, meu ex-companheiro e a ex do David empregados de ZH).  E, por ser uma pessoa extremamente sincera, tentou me alertar, certa vez, todos embriagados por muito álcool, de que as relações não são para sempre, que trair para os homens é coisa cotidiana e que as aparências enganam. O mestre Leonam, de que ele gosta muito, estava nesta churrascada. Depois, o tempo passou e ele é impiedoso. Hoje, penso que deveria ter ouvido o David, mas tudo bem. O que quero falar é que comecei a me encantar com as crônicas do David quando ele deixou tanto de falar em futebol e, principalmente, naquelas em que fala do Bernardo. Nestas, ao contrário de muitos pais, o David me dá a impressão de que será um ótimo pai. A minha filha, Gabriela, também é fã do David, no Meu Filho. Abusada, mandei um imeil (como ele fala) relatando isso e, para minha surpresa, ele respondeu amavelmente e mais tarde convidou para a sessão de autógrafos do Jogo de Damas. O que não reforça a tese da Maristela, até pq ele não precisava me bajular que não estava na vitrine e nem com nenhum amigo dele. Talvez tenha sido um momento de TPM (Tensão Pré-Marcinha). Agora, se eu já era sua admiradora, vou coordenar o fã clube. Poucos profissionais tem caráter e dignidade de falar e elogiar "personas" não gratas em Zero Hora, sendo um empregado da poderosa. Pois, o David elogiou o Emanuel, que eu tb não cansarei jamais de elogiar, sem temer represálias. Foi mais corajoso. Em seu blog já havia postado, no ano passado, um comentário sobre o Emanuel. Foi corajoso ao elogiar o seu chefe, Marcelo Rech, sem temer ser chamado de puxa-saco ou pelego. E, foi surpreendente ao citar o Mariano, um dos melhores textos do estado e por não ser "marqueteiro" ou não aderir tanto às panelinhas de alguns em ZH, às vezes, é esquecido. E, nossa, isto é uma coluna ??? Finalmente, concordo contigo, caro Emanuel, "o falso amigo se revela em uma função de chefia". A metamorfose ou lavagem cerebral deles é capaz até de matar a mãe, vender o pai e demitir jurando que ainda vão tomar chope juntos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Emanuel<br />
Convivi com o David naquelas coisas que a vida nos apronta. Acho que no início de sua carreira, lá pelos anos de 1990, quando meu companheiro, na época, era muito amigo da namorada do David (eu, meu ex-companheiro e a ex do David empregados de ZH).  E, por ser uma pessoa extremamente sincera, tentou me alertar, certa vez, todos embriagados por muito álcool, de que as relações não são para sempre, que trair para os homens é coisa cotidiana e que as aparências enganam. O mestre Leonam, de que ele gosta muito, estava nesta churrascada. Depois, o tempo passou e ele é impiedoso. Hoje, penso que deveria ter ouvido o David, mas tudo bem. O que quero falar é que comecei a me encantar com as crônicas do David quando ele deixou tanto de falar em futebol e, principalmente, naquelas em que fala do Bernardo. Nestas, ao contrário de muitos pais, o David me dá a impressão de que será um ótimo pai. A minha filha, Gabriela, também é fã do David, no Meu Filho. Abusada, mandei um imeil (como ele fala) relatando isso e, para minha surpresa, ele respondeu amavelmente e mais tarde convidou para a sessão de autógrafos do Jogo de Damas. O que não reforça a tese da Maristela, até pq ele não precisava me bajular que não estava na vitrine e nem com nenhum amigo dele. Talvez tenha sido um momento de TPM (Tensão Pré-Marcinha). Agora, se eu já era sua admiradora, vou coordenar o fã clube. Poucos profissionais tem caráter e dignidade de falar e elogiar &#8220;personas&#8221; não gratas em Zero Hora, sendo um empregado da poderosa. Pois, o David elogiou o Emanuel, que eu tb não cansarei jamais de elogiar, sem temer represálias. Foi mais corajoso. Em seu blog já havia postado, no ano passado, um comentário sobre o Emanuel. Foi corajoso ao elogiar o seu chefe, Marcelo Rech, sem temer ser chamado de puxa-saco ou pelego. E, foi surpreendente ao citar o Mariano, um dos melhores textos do estado e por não ser &#8220;marqueteiro&#8221; ou não aderir tanto às panelinhas de alguns em ZH, às vezes, é esquecido. E, nossa, isto é uma coluna ??? Finalmente, concordo contigo, caro Emanuel, &#8220;o falso amigo se revela em uma função de chefia&#8221;. A metamorfose ou lavagem cerebral deles é capaz até de matar a mãe, vender o pai e demitir jurando que ainda vão tomar chope juntos.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>por: José Emanuel Gomes de Mattos</title>
		<link>http://blog.emanuelmattos.com.br/2008/04/19/david-coimbra-conta-quase-tudo/#comment-75</link>
		<pubDate>Sun, 20 Apr 2008 00:47:01 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.emanuelmattos.com.br/2008/04/19/david-coimbra-conta-quase-tudo/#comment-75</guid>
					<description>Boa pergunta, Maristela. Não vejo o Leandro Marshall há muitas luas, praticamente desde que saí do Correio do Povo, no início dos anos 90. Tenho uma vaga idéia de alguém ter-me dito que ele estaria em alguma cidade do Paraná, lecionando. Mas não boto fé, não. Quem sabe essa história recontada possa trazê-lo de volta.
E quanto ao 'esnobismo' do David, creio que foi exatamente isto: o David ampliou demais seu círculo de amizades (não foi à toa que citei seu fã-clube; quando estive na noite do lançamento de seu livro "Jogo de Damas", a fila na Livraria Cultura era inacreditável).
O David às vezes parece 'blasé', mas é ao contrário. Conheço poucas pessoas tão cordiais e simpáticas. Não é indiferença, não. Nunca vi alguém que encare com tanta naturalidade críticas ou elogios. Vai por mim, querida. Beijão.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Boa pergunta, Maristela. Não vejo o Leandro Marshall há muitas luas, praticamente desde que saí do Correio do Povo, no início dos anos 90. Tenho uma vaga idéia de alguém ter-me dito que ele estaria em alguma cidade do Paraná, lecionando. Mas não boto fé, não. Quem sabe essa história recontada possa trazê-lo de volta.<br />
E quanto ao &#8216;esnobismo&#8217; do David, creio que foi exatamente isto: o David ampliou demais seu círculo de amizades (não foi à toa que citei seu fã-clube; quando estive na noite do lançamento de seu livro &#8220;Jogo de Damas&#8221;, a fila na Livraria Cultura era inacreditável).<br />
O David às vezes parece &#8216;blasé&#8217;, mas é ao contrário. Conheço poucas pessoas tão cordiais e simpáticas. Não é indiferença, não. Nunca vi alguém que encare com tanta naturalidade críticas ou elogios. Vai por mim, querida. Beijão.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>por: maristela</title>
		<link>http://blog.emanuelmattos.com.br/2008/04/19/david-coimbra-conta-quase-tudo/#comment-74</link>
		<pubDate>Sat, 19 Apr 2008 23:30:44 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.emanuelmattos.com.br/2008/04/19/david-coimbra-conta-quase-tudo/#comment-74</guid>
					<description>Emanuel. O mais bonito deste post é a tua lealdade a um colega e amigo. Não convivi muito com o David, mas sempre que conversávamos tínhamos uma relação legal. O leio eventualmente, no meio de toda a minha peregrinagem pelos sites de jornais internacionais e brasileiros. Mas lembro bem do o livro que ele escreveu com o depoimento do Dexheimer sobre o caso do meu amigo José Antonio Daudt e achei corajoso que desse voz ao principal acusado pelo crime. Jornalismo tem esse tudo ou nada. De todo modo, a carreira do David está consolidada e ele desfrutad o resultado desta boa exposição que a principal mídia gaúcha lhe dá. Parabéns a ele, portanto. Aliás, acho que a última vez que encontrei com ele foi na antesala de um cinema do Moinhos Shopping, eu fui direto elogiar algo que ele havia escrito dias antes e lembro que fiquei muito desapontada porque a reação dele foi surpreendemente distante e esnobe para quem sempre fora muito cordial comigo. Mas, como eu estava fora de mídia, de repente, ele havia esquecido de mim. 
Quanto à foto que colocaste com a Marcinha, me lembrou muito do Leandro, que foi um simpático colega de meus tempos de Variedades no Correinho. Onde anda Leandro? 
bj grande</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Emanuel. O mais bonito deste post é a tua lealdade a um colega e amigo. Não convivi muito com o David, mas sempre que conversávamos tínhamos uma relação legal. O leio eventualmente, no meio de toda a minha peregrinagem pelos sites de jornais internacionais e brasileiros. Mas lembro bem do o livro que ele escreveu com o depoimento do Dexheimer sobre o caso do meu amigo José Antonio Daudt e achei corajoso que desse voz ao principal acusado pelo crime. Jornalismo tem esse tudo ou nada. De todo modo, a carreira do David está consolidada e ele desfrutad o resultado desta boa exposição que a principal mídia gaúcha lhe dá. Parabéns a ele, portanto. Aliás, acho que a última vez que encontrei com ele foi na antesala de um cinema do Moinhos Shopping, eu fui direto elogiar algo que ele havia escrito dias antes e lembro que fiquei muito desapontada porque a reação dele foi surpreendemente distante e esnobe para quem sempre fora muito cordial comigo. Mas, como eu estava fora de mídia, de repente, ele havia esquecido de mim.<br />
Quanto à foto que colocaste com a Marcinha, me lembrou muito do Leandro, que foi um simpático colega de meus tempos de Variedades no Correinho. Onde anda Leandro?<br />
bj grande
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
</channel>
</rss>
